sexta-feira, 22 de junho de 2012
Amor de flor
Jadir V. Soares
Deixe que as flores falem por você
Deixe que as flores cantem por você
Mas não deixe que as flores
Chorem por você
Pois a lagrima de uma flor
É lagrima de dor
E a dor de uma flor
É dor de amor
E o amor de uma flor
É um amor infinito
É um amor sincero
Um amor bonito
Amor sem temor
Amor sem vaidade
Amor que eu quero
Amor de verdade
Amor jamais visto
Amor jamais sentido
Amor sem restrição
Onde tudo é permitido
Amor esperançoso
Amor que nunca desiste
Amor igual ao meu
Que só por ti existe
A força do amor
Jadir V. Soares
É mesmo estarrecedora
Seja forte como for
Seja fraca sem vigor
Faz de um homem simples
Um grande vencedor
A força do amor
É mesmo extraordinária
Quando pega um coração
Até a mente se atrapalha
A força do amor
É mesmo uma coisa incrível
Faz de um homem bruto
Uma criança sensível
A força do amor
É mesmo de se admirar
Me faz feliz
Simplesmente por te amar
Peça-me
Jadir V. Soares
Peça-me um beijo
E ti darei meus lábios
Peça-me um carinho
E ti darei meus braços
Peça-me um abraço
E ti darei meu corpo
Mas não peças meu amor
Por favor
Pois não poderei ti dar meu coração
O culpado não sou eu
Pois meu coração
“Já é seu”
domingo, 15 de abril de 2012
Acalma-te coração
Jadir Vitor
Acalma-te coração
Aceite teu destino
Faça da dor uma canção
E volte a ser menino
Veja a vida como um sonho
E viva feliz a cada amanhecer
Veja o sonho como realidade
E espere sorrindo o entardecer
O amanha lhe trará desafios
E as surpresas lhe causarão calafrios
Tenha medo do desconhecido
E confiança do reconhecido
Sua vida não será em vão
Sua dor será recompensada
Sua tristeza terá fim
E a alegria tão desejada
Chegará pra você e para mim
Acalma-te coração
Acalma-te coração
Aceite teu destino
Faça da dor uma canção
E volte a ser menino
Veja a vida como um sonho
E viva feliz a cada amanhecer
Veja o sonho como realidade
E espere sorrindo o entardecer
O amanha lhe trará desafios
E as surpresas lhe causarão calafrios
Tenha medo do desconhecido
E confiança do reconhecido
Sua vida não será em vão
Sua dor será recompensada
Sua tristeza terá fim
E a alegria tão desejada
Chegará pra você e para mim
Acalma-te coração
quarta-feira, 21 de março de 2012
Assim sou
Jadir V. Soares
Falar sem ter o que dizer
Pensar sem saber o que fazer
Viver, sem ter o que amar
Não sou assim
Mas vivo assim
Penso como o fogo
Amo como a lua
Choro como as nuvens
Sonho como o sol
Pudestes dizer
Que sou tudo e nada
Mas digas apenas
Que sou simples palavras
“Seu amor”
Falar sem ter o que dizer
Pensar sem saber o que fazer
Viver, sem ter o que amar
Não sou assim
Mas vivo assim
Penso como o fogo
Amo como a lua
Choro como as nuvens
Sonho como o sol
Pudestes dizer
Que sou tudo e nada
Mas digas apenas
Que sou simples palavras
“Seu amor”
quarta-feira, 14 de março de 2012
Majestosa majestade
Jadir V. Soares
Era manha de domingo
Tão bela, ensolarada
Os pássaros cantavam
Crianças brincavam na calçada
Agradeci à natureza
Por desenvolver tal majestosa beleza
De repente o tempo mudou
Pareceu ate que o sol se apagou
Nuvens escuras e pesadas
Ventos, relâmpagos e trovoadas
A chuva veio de repente
Empurrando tudo
Assustando a gente
Tanta água que caiu
Chuva assim nunca se viu
Todos estavam a temer
Que algo de ruim
Viesse a nos acontecer
Lembrei que em meu jardim
Tinha uma flor de jasmim
Corri ate a janela
Para ver o que acontecera com ela
Fiquei ali olhando
Vendo ela se balançando
Quanto mais chovia
Mais ela se retorcia
Quanto mais ventava
Mais ela se balançava
E continuava a tempestade
A mostrar sua majestade
Então quando o tempo se firmou
De casa eu sai para ver o que restou
Casas destelhadas
Arvores desfolhadas
Pessoas desesperadas
Olhando para mim
Corri para o jardim
Para ver a minha flor de jasmim
E lá estava ela
Tão bela quanto era
Mostrando para mim
Que venceu a tempestade
Impondo sobre ela
Sua majestosa majestade
A força dessa flor
É tão grande quanto meu amor
Ela me fez perceber
Que você é a razão do meu viver
E que jamais vou te esquecer
Era manha de domingo
Tão bela, ensolarada
Os pássaros cantavam
Crianças brincavam na calçada
Agradeci à natureza
Por desenvolver tal majestosa beleza
De repente o tempo mudou
Pareceu ate que o sol se apagou
Nuvens escuras e pesadas
Ventos, relâmpagos e trovoadas
A chuva veio de repente
Empurrando tudo
Assustando a gente
Tanta água que caiu
Chuva assim nunca se viu
Todos estavam a temer
Que algo de ruim
Viesse a nos acontecer
Lembrei que em meu jardim
Tinha uma flor de jasmim
Corri ate a janela
Para ver o que acontecera com ela
Fiquei ali olhando
Vendo ela se balançando
Quanto mais chovia
Mais ela se retorcia
Quanto mais ventava
Mais ela se balançava
E continuava a tempestade
A mostrar sua majestade
Então quando o tempo se firmou
De casa eu sai para ver o que restou
Casas destelhadas
Arvores desfolhadas
Pessoas desesperadas
Olhando para mim
Corri para o jardim
Para ver a minha flor de jasmim
E lá estava ela
Tão bela quanto era
Mostrando para mim
Que venceu a tempestade
Impondo sobre ela
Sua majestosa majestade
A força dessa flor
É tão grande quanto meu amor
Ela me fez perceber
Que você é a razão do meu viver
E que jamais vou te esquecer
segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Enquanto eu viver
Jadir vitor
Confiar em Deus e no amor
Sentir das flores o perfume
E admirar todo seu esplendor
Pousar à noite junto a brisa
E se deleitar com seu frescor
Esperar o dia amanhecer
Para sentir do sol
A alegria de viver
Aconchegar no teu abraço
E confessar que tudo que eu faço
Faço somente para dizer
Que das maravilhas deste mundo
Nada se iguala ao meu prazer
Em poder te olhar nos olhos e dizer
Que te amarei enquanto eu viver
Confiar em Deus e no amor
Sentir das flores o perfume
E admirar todo seu esplendor
Pousar à noite junto a brisa
E se deleitar com seu frescor
Esperar o dia amanhecer
Para sentir do sol
A alegria de viver
Aconchegar no teu abraço
E confessar que tudo que eu faço
Faço somente para dizer
Que das maravilhas deste mundo
Nada se iguala ao meu prazer
Em poder te olhar nos olhos e dizer
Que te amarei enquanto eu viver
sexta-feira, 2 de março de 2012
Poetas não dão flores
Jadir V. Soares
Meu amor me pediu uma flor
Eu até gelei
Como poderei dar-te uma flor
Para poder lhe dar
Da terra terei que tomar
De seu local de origem
Terei que tirar
Enquanto pensava
Meu amor completou
Queria para ela
A flor mais bela
Que situação
Flores não se dão
Flor é como o nascer e o por do sol
A lua, as estrelas e o mar
São belas, singelas
Foram feitas para se admirar
Como poderei lhe dar
Não sou dono delas
Pertencem à natureza
Assim como toda forma de beleza
Permaneci pensando
Enquanto o tempo ia passando
Como para ela explicar
Que uma flor
Eu não podia lhe dar
De tanto que pensei
A resposta eu encontrei
Ela queria para ela a flor mais bela
Mas vejam só que coisa incrível
Ela me pediu algo impossível
Para mim a flor mais bela
Sempre foi e sempre será ela
Então em seus olhos olhei
E sorrindo lhe falei
Queria muito lhe atender
Mas não posso lhe dar a você
Ela então me olhou
Me abraçou, me beijou
E sorrindo sussurrou
“_Eu te amo!!!”
É por isso que os poetas não dão flores
Meu amor me pediu uma flor
Eu até gelei
Como poderei dar-te uma flor
Para poder lhe dar
Da terra terei que tomar
De seu local de origem
Terei que tirar
Enquanto pensava
Meu amor completou
Queria para ela
A flor mais bela
Que situação
Flores não se dão
Flor é como o nascer e o por do sol
A lua, as estrelas e o mar
São belas, singelas
Foram feitas para se admirar
Como poderei lhe dar
Não sou dono delas
Pertencem à natureza
Assim como toda forma de beleza
Permaneci pensando
Enquanto o tempo ia passando
Como para ela explicar
Que uma flor
Eu não podia lhe dar
De tanto que pensei
A resposta eu encontrei
Ela queria para ela a flor mais bela
Mas vejam só que coisa incrível
Ela me pediu algo impossível
Para mim a flor mais bela
Sempre foi e sempre será ela
Então em seus olhos olhei
E sorrindo lhe falei
Queria muito lhe atender
Mas não posso lhe dar a você
Ela então me olhou
Me abraçou, me beijou
E sorrindo sussurrou
“_Eu te amo!!!”
É por isso que os poetas não dão flores
quinta-feira, 1 de março de 2012
Amor meu
Jadir V. Soares
Amor meu
Que não morreu
Que há tempos
Já nasceu
Amor meu
Que não valeu
Meu coração
Transformou em museu
Amor meu
Que não morreu
Que fez do meu mundo
O que era seu
Amor meu
Que assim nasceu
Me deu do mundo
O que era meu
Amor meu
Que não valeu
De minha vida tirou
O que sempre foi seu
“Meu coração”
Amor meu
Que não morreu
Que há tempos
Já nasceu
Amor meu
Que não valeu
Meu coração
Transformou em museu
Amor meu
Que não morreu
Que fez do meu mundo
O que era seu
Amor meu
Que assim nasceu
Me deu do mundo
O que era meu
Amor meu
Que não valeu
De minha vida tirou
O que sempre foi seu
“Meu coração”
Amo-te
Amo-te
Jadir V. Soares
Se meu coração
Fosse rocha
Não seria ferido
Por você
Se você
Fosse fogo e água
Meu coração
Seria imortal
Mas você
É meu único amor
E meu coração
É nada
“Sem você”
Jadir V. Soares
Se meu coração
Fosse rocha
Não seria ferido
Por você
Se você
Fosse fogo e água
Meu coração
Seria imortal
Mas você
É meu único amor
E meu coração
É nada
“Sem você”
Declaração
Jadir V. Soares
Sonhos
São sonhos
Desejos
São desejos
Alegrias
São alegrias
Tristezas
São tristezas
Amor
É sentimento
Sofrimento
É conseqüência
Amar-te
É destino
Minha vida
É, e sempre será
“Você”
Sonhos
São sonhos
Desejos
São desejos
Alegrias
São alegrias
Tristezas
São tristezas
Amor
É sentimento
Sofrimento
É conseqüência
Amar-te
É destino
Minha vida
É, e sempre será
“Você”
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Assim sou
Jadir V. Soares
Falar sem ter o que dizer
Pensar sem saber o que fazer
Viver, sem ter o que amar
Não sou assim
Mas vivo assim
Penso como o fogo
Amo como a lua
Choro como as nuvens
Sonho como o sol
Pudestes dizer
Que sou tudo e nada
Mas digas apenas
Que sou simples palavras
Devolva-me
Jadir V. Soares
Eu queria ser o sol
A lua, a terra, a água e o ar
Eu queria ser a brisa
Que a teus cabelos vive a soprar
Eu queria ser
Um átomo de poeira
Para em tua pele me aconchegar
E assim para onde fores
Terias que me levar
Eu queria ser um sonho
Para teu sono vigiar
Eu queria ter um coração
Só para poder te amar
Mas agora é impossível
Pois meu coração
Fizeste o favor de roubar
“ _Devolva-me!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Ausência
Jadir V. Soares
Se fecho meus olhos
E tapo meus ouvidos
Só vejo teu rosto
Só ouço sua voz
Se prendo a respiração
Só sinto o pulsar do seu coração
Se bato palmas
Ouço o estralar de suas mãos
Em todas as estrelas
Vejo seus olhos
Em todas as flores
Sinto seu perfume
Em tudo que vejo
Vejo você
Em tudo que sinto
Sinto você
Só não te sinto quando estou só
Distante de você
Pois só, só o que sinto
É essa imensa vontade de te ver
Cala-te o peito
Jadir V. Soares
Cala-te ó peito
Não chores pois não tens direito
Cala-te
Não manifeste tua dor pois não serás consolado
Cala-te o peito , cala-te
Não balbucie sentimento
Pois não há quem queira ouvir seu lamento
Cala-te o peito, cala-te
Cala-te pois és tão só
Sem ponta nem nó
Sem partida ou chegada
Nem meio nem fim
Cala-te o peito, cala-te
Cala-te pois daqui para frente será assim
Eu pra você e você pra mim
Doces olhos
Jadir V. Soares
Doces olhos que encantam meu olhar
Perplexo fica meu coração a te admirar
Bate calmo transtornado
Quase a parar
Quando de te tenho que me afastar
Eufórico acelerado meio que descompassado
Quando se aproxima a hora de te encontrar
Angustiado, passo a noite acordado
Esperando o dia raiar
Para então poder te encontrar
E assim emocionado como um poeta enamorado
Poder admirar
Toda a beleza de teus doces olhos verdes a me olhar
T. ad.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Águas serenas
Jadir vitor
O despertar do conhecimento
Traz ao coração um sentimento
Meio de alivio
Meio de tormento
Que faz na vida um novo movimento
Como uma caravela ao vento
Deslizando pelas águas turvas e frias
Ora turbulentas ora serenas
Águas que levam a duras penas
O desenvolver da vivencia
E constrói como que em ladrilhos
Uma esplendorosa experiência
Formando um ser repleto
Perfeito em sua essência
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